Nesse dia 28 de abril de 2016 aconteceu a nossa reunião mensal que infelizmente sem a nossa coordenação de área, por que? Bom, o nosso coordenador Márcio Nascimento teve que se ausentar pelo fato de que havia uma reunião com a coordenação institucional no mesmo dia que estava marcada a nossa, e também mesmo horário, por isso ele encarecidamente pediu para que os supervisores seguissem sem ele, mas com suas orientações.
Na pauta da reunião havia três assuntos a tratarmos, que era primeiro um esclarecimento por meio de um de nossos supervisores sobre uma reunião do colegiado que tinha acontecido dias atrás com assuntos referentes ao PIBID (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação a Docência), afim de explicar diretamente a nós, mas que mesmo assim ficou dúvidas, que seriam tiradas com a outra reunião que estava acontecendo, onde o coordenador estava participando. Segundo assunto foi como ficaria o dia da matemática, datado para seis de mais, próxima sexta, o que iriamos fazer, onde ficou certo um evento na quadra do campus do CCET (Centro das Ciências Exatas e Tecnologias), com alguns alunos de cada escola, para mostrarmos mais sobre o curso e também sobre nossos projetos como um todos, não só os projetos da equipe que os acompanha em sua determinada escola, mas os de todas as equipe. Após essa apresentação, haveria um momento com um professor do curso, falando sobre, tentando incentivar os alunos para a matemática, claro que também teria música para os alunos, não só das escola convidados a vir, mas como para os estudantes que estiverem presentes e assim quiserem participar. O nosso terceiro ponto foi a entrega dos artigos e uma breve discussão sobre quais atividades realizar nas escolas já que as mesmas em sua grande maioria aderiram à greve dos professores do estado, que essa questão foi resolvida no mesmo dia, mas após a reunião com os esclarecimentos de nosso coordenador de área via redes sociais.
Neste dia 31 de Março de 2016, teve a reunião presencial com toda a equipe do Subprojeto de Matemática, com a pauta de que as equipes mostrariam suas atividades do mês de março e além disso, divulgar como as equipes estavam se saindo com o material didático inovador. Primeiro propiciou-se uma discussão, onde cada equipe de cada escola divulgou suas atividades, após esse momento as equipes foram à frente e divulgaram por meio de apresentação no computador o que estavam fazendo com seus respectivos materiais didáticos inovadores.
Para finalizar a reunião, entrou em discussão a equipe do subprojeto sobre como iria ser realizado o Dia da Matemática que é realizado no dia 6 de Maio, mas por termos uma vontade de inovar esse dia, fazer um momento diferente para as escolas, mostrar para os alunos uma matemática divertida e que os ponha em estado de curiosidade, que mude um pouco essa visão do aluno de que a matemática é um "bicho papão".
No dia 22 de Março de 2016, Foi feita a Aplicação da Oficina sobre o Material Didático Inovador "Plano de Funções", no turno da manhã, na turma do 2° ano A da Escola D.r João Ribeiro Ramos pelos bolsistas Ramon Firmo, Cleone Neres, Lucas
Nóbrega e Vaniele Alves, Participantes do Programa Institucional De Bolsa de Iniciação a Docência -(PIBID).
Para a realização desta Oficina foi falado com um dos professores matemática da escola para que o mesmo cedesse um espaço em sua aula, para que esta oficina ocorresse, O docente que nos deu a oportunidade foi o S.r Antônio Luiz.
No primeiro encontro com esta turma, foi trabalhado um pouco do conteúdo de Geometria Analítica fazendo uma breve revisão utilizando o Material Didático Inovador, levando-se em conta que a turma já havia estudado sobre este assunto e logo em seguida deu-se continuidade falando sobre o conteúdo de função Afim, e Fazendo o uso do "Plano de Funções" foram construidos os gráficos desta função.
Foto: Cleone Neres
Foto: Cleone Neres
Foto: Cleone Neres
Foto: Lucas Nóbrega
E por fim para fixar melhor o conteúdo trabalhado, foi passado uma pequena atividade para que eles pudessem resolver para participar e interagir um pouco mais na oficina, construindo o gráfico no Plano de Funções.
No dia 17 de Março de 2016, os bolsistas Ramon Firmo, Cleone Neres, Lucas Nóbrega e Vaniele Alves estiveram reunidos na Escola Dr. João Ribeiro Ramos.
Na oportunidade foram definidos os passos a serem seguidos na aplicação do material didático inovador PLANO DE FUNÇÕES no ensino médio, levando em consideração alguns aspectos, erros e acertos na aplicação do material nas turmas do EJA I e EJA II
Foto: Raimundo Rodrigues
Foto: Raimundo Rodrigues
Em postagens anteriores ficou claro que o material foi desenvolvido com o intuito de ajudar os professores nas aulas de geometria analítica plana, auxiliando no ensino de alguns conceitos básicos de geometria, tais como: ponto, coordenadas, quadrantes e alguns gráficos.
No dia 10 de Março de 2016 os bolsistas Ramon Firmo, Cleone Neres e Lucas
Nóbrega aplicaram na sala de Ensino de Jovens e Adultos II (EJA II) o material
didático inovador Plano de Funções.
Supervisionados pela professora Sílvia Portela, os bolsistas explanaram
sobre tópicos iniciais da Geometria Analítica Plana, tais como: apresentação do
plano, eixos, pontos, coordenadas dos pontos, quadrantes e sinais das
coordenadas.
Foto: Ramon Firmo
Para a exploração desses tópicos os bolsistas se utilizaram do mesmo
plano usado na sala de Ensino de Jovens e adultos I (EJA I)
O plano, assim como na aplicação no EJA I, foi de grande ajuda para o
entendimento do que os bolsistas estavam tentando repassar. Por várias vezes os
aplicadores da oficina recorriam ao plano para esclarecer alguns pontos que por
ventura não ficassem entendidos. Nesta segunda aplicação, pode-se perceber que o material didático fazia
com que os alunos entendessem com mais facilidade o conteúdo repassado,
mostrando assim que o material pode ser um grande aliado nas aulas de geometria
analítica para que os alunos consigam ver de perto e de forma um pouco mais
concreta o que o professor escreve no quadro.
No dia 10 de Março de 2016 houve o primeiro encontro do V Ciclo de Reflexões do Subprojeto de Matemática, com um tema que veio a ter muita discussão entre os acadêmicos que ali estavam e também os supervisores, pois discutir a realidade das escola hoje em dia em relação ao Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) é bem complicado, pois abre várias questões que ficam no ar, sem tem respostas e problemas sem até o momento sem solução, discutiu-se com mais veemência sobre o grande apoio que as escolas fazem aos alunos, quase como se fosse uma obrigação colocá-los para se inscrever no exame, e além disso, a grande quantidade de ações que a escola coordena para que os alunos estejam no momento da prova preparados para fazê-la sem muita dificuldade, mas o que mais se discutiu no Ciclo de Reflexões foi se essa abordagem da escola, esse imenso apoio ao exame estava sendo o melhor caminho a ser trilhado, e claro, se as escolas o faziam da maneira correta, pois não se pode deixar de lembrar que a escola é uma formadora de cidadãos, desde o pré até o ensino médio, mas que em alguns casos citados no encontro do dia 10, haviam escolas que fugiam desse objetivo, pois por focar no ENEM, deixavam seu objetivos central fora, focando nos muitos resultados que elas obtém com o exame, muitas escolas já tornaram-se mecanizadas em fazer com que os alunos tornem-se "craques" na prova, e que consigam notas que impressionem, as escolas que sempre saem na frente, como foi citado no Ciclo de Reflexões, foram as escolas particulares, que por não terem vínculo com o governo, não precisam mostram resultados, números, então foca nos alunos mais bem preparados, e os inscreve, quando estes recebem suas notas, tem uma grande chance de colocar a escola particular "X" no topo do ranking das escolas com melhores notas, sendo assim, maquiando a verdadeira escola por trás daqueles resultados, pois se inscrever na prova não é obrigado para ninguém, as escolas públicas fazem a inscrição de todos os alunos por causa do governo que as pressiona, para ver como vai o ensino. Por meio de muitos fatores o exame também é como dito na discussão, mal formulado, pois como sabemos bem, o país que nos encontramos tem uma extensão territorial enorme, alem da grande diversificação cultural, onde nos estados mais pobres a educação não esta evoluída o suficiente como em estados mais desenvolvidos, como por exemplo um estado do sul, que está desenvolvido em infraestrutura e também em educação, e um estado do norte, que não tem nenhum dos dois fatores citados progrediu. É uma discussão para rever várias vezes, mas que neste encontro foi mais pautada nas escolas em que cada bolsista estava engajado e claro com os seus respectivos supervisores expressando seus comentários sobre suas escolas. Ficou no ar uma vontade de continuar a discussão, de seguir a diante, mas que somente o tempo do encontro não sanou isso.
No
dia 03 de Março de 2016, os bolsistas Ramon Firmo, Cleone Neres, Lucas
Nóbrega e Vaniele Alves do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação a Docência (PIBID), estiveram reunidos na Escola Dr. João Ribeiro
Ramos.
Neste encontro foram definidos os passos a serem seguidos na aplicação do
material didático inovador PLANO DE FUNÇÕES que aconteceu por meio de uma oficina nas turmas do EJA I e EJA II da mesma escola já citada acima.
Foto: Silvia Portela
Foto: Silvia Portela
Foto: Silvia Portela
Foi pensado neste encontro em uma realização da OFICINA usando o PLANO DE FUNÇÕES de modo que fosse exposto os conceitos mais básicos a serem trabalhados em um plano cartesiano, pois seria aplicado nas turmas do EJA I e EJA II e levou-se em consideração que nestas turmas há uma clientela diversificada e que nem todos já tinham conhecimento sobre os conteúdos básicos de geometria analítica.
Na noite do dia 03 de Março de 2016 os bolsistas Cleone Neres, Ramon Firmo e Vaniele Alves aplicaram numa turma de Educação de Jovens e Adultos (EJA I) da escola Dr. João Ribeiro Ramos a atividade utilizando o material didático inovador. A professora da turma Sílvia Portela e supervisora dos bolsistas acompanhou o trabalho realizado, uma vez que, a atividade fora aplicada no tempo cedido nas suas aulas.
Foto: Sílvia Portela
Foto: Sílvia Portela
Na atividade os bolsistas utilizaram o material didático para trabalhar com a turma o plano cartesiano. Foi explicado os sistema de eixos, as coordenadas, como localizar pontos no plano dadas as suas coordenadas e como identificar as coordenadas de um ponto no plano. Ao final das explicações foi aplicado um teste avaliativo sobre o exposto.
Nesta quinta-feira dia 25 de fevereiro houve no bloco da Matemática no Laboratório de Ensino de Matemática (LEMA) a reunião do Subprojeto de Matemática com a sua respectiva coordenação de área, com os seguintes assuntos abordados:
- Material Didático Inovador: Apresentação do material, como seria utilizado em sala, um cronograma pré-estabelecido sobre o mesmo em relação à como iria ser aplicado na escola, se por meio de oficinas ou só apresentados em salas individuais. Algumas considerações e dúvidas dos bolsistas presentes tanto como supervisores também e claro, coordenação de área.
- Entrega dos Vídeos Curso de cada escola à Coordenação de Área: Teve um pequeno esboço de alguns vídeos de cada escola para uma discussão maior sobre a atividade, reflexão da atividade, como a mesma somou na experiência dos bolsistas, quais dificuldades encontradas para a elaboração, como foram feitos os vídeos a edição. Houve também dos supervisores algumas observações para os bolsistas, como também o Márcio Nascimento (Coordenador de Área) comentou.
- Considerações Finais: Após cada um apresentar suas respectivas atividades a que vieram mostrar, entramos em uma reflexão sobre as ações do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID), sobre como estava se saindo em âmbito nacional, qual a situação real do programa, também teve tiradas de dúvidas por meio do Coordenador de Área em relação com atividades posteriores, discussão sobre prováveis saídas de bolsistas, se haveria cortes ou não por meio da instituição responsável.
Na noite do dia 18 de Fevereiro, os bolsistas Cleone Neres, Ramon Firmo e Vaniele Alves do Programa
Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) da Universidade
Estadual Vale do Acaraú (UVA), atuantes ma escola D.r João Ribeiro Ramos, realizaram uma observação na aula da professora
supervisora Sílvia Portela. As observações é uma das propostas do PIBID que contribui para o crescimento e desenvolvimento dos bolsistas, esta é uma etapa fundamental do fazer Pedagógico.
Foto: Vaniele Alves
Foto: VanieleAlves
"Se a educação sozinha não pode transformar a sociedade, tampouco sem ela a sociedade muda."
Paulo Freire
Foto: Imagem do google
Esta
observação aconteceu numa das turmas do EJA - Educação de Jovens e
Adultos, que tem por objetivo proporcionar a continuidade dos estudos
de milhares de brasileiros. Por intermédio do projeto Sesc Ler, a
instituição promove Educação Básica para população que não teve a
oportunidade de concluir os estudos no tempo regular.
Na tarde do dia 18 de Fevereiro de 2016 aconteceu, no Laboratório de Ensino de Matemática, localizado no Centro de Ciências Exatas e Tecnologia (CCET) da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA), o primeiro encontro da I Oficina Pedagógica de Matemática (I OPMAT).
Poster da Oficina
Por Márcio Nascimento
Nesse primeiro encontro, os bolsistas da escola Dr. João Ribeiro Ramos, apresentaram o jogo MASTERMIND. Este, trata-se de uma versão adaptada de um jogo criado pelo israelita Mordecai Meirowitz. Antes de dar início à oficina, como aquecimento, os participantes foram desafiados a descobrirem a solução de uma versão do famoso jogo Travessia da Ponte, onde o objetivo era atravessar uma família de um lado para o outro.
Foto: Sílvia Portela
Foto: Sílvia Portela
Com todos aquecidos e prontos para a oficina, os ministrantes deram início a apresentação do jogo MASTERMIND. De início, os bolsistas mostraram como o jogo supracitado é feito. Logo após, foram apresentadas os objetivos e as regras que fazem com que o jogo flua bem.
Foto: Sílvia Portela
Foto: Sílvia Portela
Abaixo, é descrito qual o material necessário para a confecção do jogo e as regras que o regem. Vejamos:
Material necessário
Tabuleiro
Fichas brancas e pretas
Fichas coloridas
Objetivos do jogo
Como desafiante: criar uma SENHA tão difícil que obrigue o
oponente, através de numerosas tentativas, decifrá-la. A senha pode ser formada
por qualquer combinação de fichas (coloridas).
Como desafiado: descobrir, no menor número de tentativas, as
cores e posições em que se encontram as fichas coloridas (a SENHA) escolhidos
pelo desafiante.
Tabuleiro
O tabuleiro necessário para este jogo é formado por duas colunas, TENTATIVA e ANÁLISE. Na primeira, o jogador faz a tentativa de descobrir a senha do adversário. Na segunda, o adversário faz a análise do jogador, verificando se ele veio a acertar a senha a ser descoberta. Abaixo vemos uma ilustração do dito tabuleiro.
Regras
2
jogadores por tabuleiro.
Primeiramente
a dupla define quem irá começar, pode ser através de par-ou-ímpar, ou por outra
forma.
O jogador
que iniciar o jogo (Jogador 1) deverá criar uma combinação (senha) de cinco (5)
cores entre as oito (8) presentes no jogo e anotá-la em um papel sem que seu
colega veja, obedecendo às seguintes regras: não poderá usar as cores branca e
preta em sua senha e não poderá também repetir uma mesma cor na combinação.
O segundo jogador (Jogador 2) tentará descobrir qual a senha que seu
colega montou. Para isso, deverá proceder da seguinte forma: o Jogador 2 deverá
“chutar” uma senha (combinação de cinco cores) e colocar nas 5 primeiras casas
do tabuleiro na coluna “Tentativas” e pedirá ao seu colega (Jogador 1) que
analise a senha. Este deverá usar as fichas brancas e pretas para dar
informações sobre a “possível senha” apresentada, da seguinte maneira:
O Jogador 1 colocará uma ficha branca na primeira casa do tabuleiro na
coluna “Análise” se o elemento que estiver na mesma posição na coluna
“Tentativas” for um elemento presente em sua senha e na posição correta. Será
atribuída uma ficha preta nessa mesma casa se o elemento correspondente
pertencer à senha, mas estiver na posição incorreta. E não será atribuída
nenhuma ficha caso o elemento não pertença à senha.
E assim segue até que a análise seja feita até a 5ª casa da coluna
“Análise”.
Feito isso, o Jogador 2 analisará os dados obtidos e “chutará” uma
nova combinação e, da mesma forma, o Jogador 1, obedecendo à correspondência
anterior, deverá analisar a segunda “possível senha”.
O Jogador 2 poderá fazer 8 “chutes” para tentar descobrir a
combinação, caso não consiga deverá trocar de lugar com o Jogador 1 e dá-se
início, então, a um novo jogo.
Ganhará aquele jogador que conseguir descobrir a senha em menos
tentativas.
No vídeo abaixo, você pode conferir mais um pouco sobre a oficina MASTERMIND. Divirta-se!!!